No Brasil profundo e altamente capilarizado, o GLP é uma das poucas fontes de energia que chega a quase 100% dos lares e comércios. E, nessa proximidade com a rotina dos brasileiros, o recipiente ganhou diferentes identidades em cada canto do país.
Para o consumidor final no Nordeste, ele é a “botija”. No Sudeste, muitos chamam de “bujão” ou apenas “gás de cozinha”. Já para a inteligência logística das grandes envasadoras e distribuidoras, ele é o “casco” ou o “vasilhame” — um ativo crítico de alta rotatividade, que roda o país inteiro, passa por diferentes modais de transporte e enfrenta os cenários mais desafiadores.
Na Mangels, nós entendemos o valor que esse ativo tem para a operação dos nossos clientes. Por isso, independentemente do nome regional ou do tamanho (seja o tradicional P13 ou o robusto P45), nossa missão é entregar excelência em cada etapa do nosso processo fabril.
Desenvolvemos e fabricamos recipientes projetados para aguentar o ritmo intenso da distribuição capilarizada brasileira, garantindo que o patrimônio das distribuidoras circule com total segurança e máxima durabilidade.
Mudam os sotaques e os nomes populares, mas a confiança na nossa fabricação continua a mesma.


